sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Documentário discute parto normal, cesárea e nascimento 'humanizado'


Mães, parteiras, médicos obstetras e especialistas discutem tema no filme.

O aumento no número de cesarianas no Brasil, que já chegam a 52% do total de nascimentos, e os benefícios do parto normal em casa ou no hospital são temas do documentário "O renascimento do parto", de Érica de Paula e Eduardo Chauvet, cuja estreia no país ocorre a partir desta sexta-feira (9).
O filme alterna depoimentos de mães, parteiras, médicos obstetras, especialistas e cenas de partos e paisagens, ao som de uma trilha bastante emotiva.


Entre os especialistas entrevistados, estão a antropóloga americana e ativista do parto natural Robbie Davis-Floyd, o obstetra e cientista francês Michel Odent, a psicóloga Laura Uplinger, a obstetra e professora da Universidade de Brasília (UnB) Maria Esther Vilela, que coordena o Núcleo de Saúde da Mulher e o Programa Rede Cegonha do Ministério da Saúde, a epidemiologista e professora da UnB Daphne Rattner e a enfermeira obstetra Heloisa Lessa.


A ideia do documentário, segundo os diretores, é destacar a importância do parto normal – que, como defendem, poderia ser feito em até 90% dos casos, contra 10% de gestações de maior risco – e do trabalho de parto, que "avisa" o bebê sobre seu tempo de maturidade e libera um coquetel de hormônios, como oxitocina ("do amor"), prolactina, endorfina e adrenalina, para ajudar mãe e filho nesse processo.
Além disso, o filme aponta os diversos motivos que teriam levado a um excesso de indicações de cesarianas, além de abordar a não necessidade de tantas intervenções no bebê logo após o nascimento, a frequente falta de contato imediato dos filhos com as mães, nos dois tipos de partos, e o aumento de crianças prematuras ou com complicações (principalmente respiratórias) que demandam uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal depois de uma cesárea, ligadas ao fato de que o bebê ainda não estava "pronto" para nascer.


É citado, ainda, um aumento no número de mortes de bebês e mães, por hemorragias ou infecções, decorrentes das cesarianas. Segundo os especialistas ouvidos, com as cesáreas, os óbitos maternos costumam cair até um nível em que se chega a um platô, para então voltarem a subir – o que eles chamam de "efeito U".


De acordo com Érica de Paula, que fez a pesquisa e o roteiro do documentário, ele não mostra o "outro lado", das vantagens da cesariana, porque "a visão contrária é o que a gente vê 24 horas por dia, sete dias por semana. Os 90 minutos que tínhamos para fazer o filme foram usados justamente para mostrar esse outro lado".

Cesáreas 'limitadas' a 15%

Segundo a obstetriz (profissional da saúde que atua em partos) Ana Cristina Duarte, que participou do documentário, "o que se calcula é que não mais do que 15% das mulheres têm problemas de saúde ou da dinâmica do parto que necessite algum tipo de intervenção". A questão, de acordo com ela e outros especialistas, é que os casos complicados são muito marcantes.


Essa também é a porcentagem recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o limite máximo ideal de cesarianas em cada país. Mas em hospitais privados do Brasil, por exemplo, o número de cirurgias desse tipo chega a 90%, principalmente nas regiões Sul e Sudeste – o que vem sendo chamado por especialistas de "epidemia oculta" entre as classes sociais mais altas.

"Não é possível que quase 100% das mulheres tenham defeitos e não possam ter bebês de forma natural.
Nossos corpos não foram feitos para isso?", pergunta Ana Cristina.


A obstetra Fernanda Macedo, outra entrevistada de "O renascimento do parto", acrescenta: "A cesariana é uma cirurgia maravilhosa, que salva vidas todos os dias, mas ela não é para ser feita em todas as pacientes, de uma maneira desnecessária, fora do trabalho de parto. Quando mal indicada, põe o bebê em três vezes mais risco que o normal. (...) Hoje em dia, o parto no Brasil passou a ser um ato cirúrgico, em vez de um evento fisiológico".


Fernanda avalia ainda que as pacientes têm "todo aquele ranço cultural de achar que o parto cesáreo é mais controlado, menos arriscado, que não tem risco nenhum, que o bebê dele vai ser salvo. (...) O médico, por sua vez, apesar de ter aprendido que o parto normal é seguro, que é bom para mãe e para o bebê, acaba acreditando um pouco nessa falsa verdade de que o parto cesáreo é mais seguro".


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Hoje Jesus quer Liberta-lo da Prisão


E outra vez entrou na sinagoga, e estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada.
E estavam observando-o se curaria no sábado, para o acusarem.
E disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te e vem para o meio.
E perguntou-lhes: É lícito no sábado fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar? E eles calaram-se.
E, olhando para eles em redor com indignação, condoendo-se da dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e foi-lhe restituída a sua mão, sã como a outra.(Marcos 3:1-5)


Um certo homem que dava seu testemunho, falou que havia experimentado todas as drogas do seu tempo, mas o que predominou em seu organismo foi a bebida alcoólica, seu pais o haviam levado em todos os lugares onde houvesse um promessa de cura para o seu problema, apesar de muitos esforços, tudo foi em vão e ele continuava aprisionado pelo álcool, algo que entristecia toda a família. Ele afirma que ouvia as pessoas dizerem que para os viciados, somente a intervenção divina para acontecer uma completa libertação.

A questão é que precisamos ir a Deus e buscar o seu socorro, quando Jesus chamou o homem no texto que lemos em Marcos, ele obedeceu e foi até Jesus. O homem do testemunho que estamos relatando, afirma que a sua esposa nunca deixou de orar por ele, e isso fez com que ele resolvesse buscar o socorro do alto, ele buscou em uma igreja um grupo de irmão que se reunião para orar uns pelos outros, ao chegar naquele grupo, ele afirma que não escondeu o seu problema com o álcool, os irmãos então, se colocaram em oração pedindo a libertação daquele homem e Deus operou de forma maravilhosa e aquele homem foi liberto e entendeu que para sermos abençoados por Deus, precisamos obedecer-lhe, como fez o homem da mão mirrada, precisamos nos levantar do lugar onde estamos e mostra a nossa deficiência, quando damos ouvidos a palavra do Senhor e vamos até ele, toda a nossa vida é renovada.

Para sermos abençoados por Deus, não devemos nos preocupar com as pressões dos outros, nem com o que pensarão. O homem da mão mirrada não se preocupou com a pressão dos lideres religiosos que estavam ali. Muitas pessoas deixam de ser abençoadas por terem vergonha ou se sentirem humilhados por procurarem uma igreja e ter um encontro com Cristo, alguns dizem que podem procura-lo em casa que também o acharão, o que é verdade, mas, Deus quer liberta-nos para termos comunhão com os irmãos e usarmos os dons que ele nos deu para ajudarmos outras pessoas.

Hoje Jesus quer liberta-lo da prisão, eu não sei o que te aprisiona, a incredulidade, as drogas, licitas ou ilícitas, os prazeres mundanos ou outra coisa qualquer. Não se preocupe com o que os outro vão dizer, levante-se e corra para Jesus, estenda-lhe a mão e certamente ele te libertará.

Que Deus nos abençoe.

Baseada no "Pão Diário" Nº 15, 17 de Julho,"Liberte-se"

Sancionada lei que garante atendimento para vítimas de Violência Sexual


O governo federal anunciou, nesta quinta-feira (1,), a sanção, sem vetos, do projeto de lei n° 12.845 que prevê atendimento integral às vítimas de violência sexual em todos os serviços de urgência e emergência do Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto, que foi aprovado por unanimidade no Congresso Nacional, transforma em lei as diretrizes já definidas pelo Ministério da Saúde, desde 2004, na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher. O texto entrará em vigor após 90 dias da publicação oficial.

O atendimento a vítimas de violência deve incluir o diagnóstico e tratamento de lesões, a realização de exames para detectar doenças sexualmente transmissíveis e gravidez. A lei também determina a preservação do material coletado no exame médico-legal, além de prever o uso da anticoncepção de emergência (pílula do dia seguinte) em casos de estupro.

“Essas medidas já eram adotadas pelo SUS, transformando o que era uma recomendação em lei. Ou seja, os serviços passam a ter uma obrigação ainda maior de oferecer a crianças, adolescentes, pessoas com deficiênciamental, homens e mulheres um atendimento humanizado, respeitoso”, esclarece o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O uso da anticoncepção de emergência é preconizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e visa reforçar osresultados já obtidos com o uso da pílula do dia seguinte pelo SUS. A oferta dobrou nos últimos quatro anos, passando de 513 mil cartelas em 2009 para 1 milhão em 2013. Com esta ação foi possível reduzir em 50% o número de abortos legais em cinco anos, quando em 2008 foram realizados 3.285 abortos passando para 1.626 em 2012. A estratégia do Ministério da Saúde tem como princípio a humanização do atendimento, a expansão das redes de atendimento das mulheres em situação de violência e a melhoria do acesso e da qualidade do atendimento.

A ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, reforça a importância da sanção do Projeto de Lei que garante à assistência a população em casos de violência sexual. “Esse projeto contribui para assegurar o atendimento e amenizar os danos causados às vitimas de violência sexual. Nós temos que ter solidariedade, humanidade, respeito com mulheres e crianças que sofrem violência sexual”, explicou.

O governo federal também anunciou que encaminhará projeto de lei para retificar dois artigos no texto aprovado pelo Congresso. Um deles é sobre o conceito de violência sexual e o segundo que estabelece, claramente, no inciso 4 do artigo 3º o uso e a administração da medicação com eficiência para gravidez resultante de estupro. “Do jeito que o texto estava poderia excluir, por exemplo, vitimas de estupro como crianças e pessoas com deficiência mental sem capacidade de discernimento do que é certo ou errado, com isso, poderiam ficar sem assistência psicológica, além do uso da medicação no tempo adequado para evitar gravidez em vitimas de estupro”, explica o ministro Alexandre Padilha.

Para o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, esta medida assegura que mais mulheres evitem recorrer ao aborto. “Esse projeto não abre brechas para o aborto. Essa ação que garante um apoio humanitário a vitima que passou por algum tipo de tortura. Estamos evitando que as pessoas venham a aderir à prática de realizar abortos legais. Estamos corrigindo o projeto para evitar dúvidas na interpretação do projeto, investindo num apoio humanizado”.

ASSISTÊNCIA – Nos últimos anos, o número de serviços de atenção à violência sexual vem apresentou aumento em 760%, passando de 82 serviços, em 2002, para 625 em 2012. O Ministério da Saúde também vem intensificando a qualificação dos profissionais de saúde que atuam nos serviços de atendimento aos agravos decorrentes de violência sexual. Entre as ações do governo federal deste ano, está o decreto que integra o atendimento às vitimas de violência sexual realizado por profissionais da segurança pública e do SUS.

A iniciativa humaniza o atendimento, além de agilizar a emissão de laudos periciais. As ações são realizadas em parceria entre os ministérios da Saúde e da Justiça, com apoio da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, e integram o programa federal “Mulher: Viver sem Violência”, lançado em março. Até 2014, serão investidos R$ 265 milhões na integração e melhoria de serviços de proteção as vitimas de violência sexual.

O Programa garante desde o atendimento à atenção psicossocial, defensoria, procuradoria, atendimento humanizado, espaço de convivência, brinquedoteca (para as crianças da mulher que é atendida) e orientação profissional para a autonomia econômica.

sábado, 27 de julho de 2013

Sempre é Tempo de Ir


E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. (Marcos 16:15-16)


A Primeira Igreja Batista da Convenção em Caicó, vive os dias da sua 12ª Feira de Cultura Missionária. Genericamente a cultura é todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo homem não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade como membro dela que é, quando falamos de Feira de Cultura Missionária a ideia é de que a igreja de Cristo deve ter como sua pratica e costume, fazer missões.

A Feira de Cultura deste ano de 2013 tem como tema "Sempre é Tempo de Ir", fazer missões é isso, Ir e divulgar a mensagem que Jesus nos outorgou, "Ide por todo mundo e pregai o evangelho", o que é o evangelho? Evangelho é boas novas de salvação. O homem quando desobedeceu a Deus no Jardim do éden, criou um abismo entre o Deus santo e o homem pecador, esse problema no entanto, foi resolvido, Deus enviou o seu único filho para morrer na cruz do calvário, para que através do seu sacrifício, a comunhão fosse novamente restabelecida.

É exatamente isso que essa feira de cultura quer despertar na igreja, a sensibilidade de saber que as pessoas estão ai, vagando pelo mundo e muitos sem saber que Jesus Cristo morreu por elas, como estamos trabalhando esse ano o nosso Estado Rio Grande do Norte, precisamos saber e tomar consciência de que dos 167 municípios de RN, 73 deles ainda não tem presença Batista e isso é um desafio para nós, sabemos que muito desses já tem outros irmãos de outras denominações, mas, também precisamos alcançar estes municípios.


Que Deus nos abençoe.

Primeiro mês de seleção do Mais Médicos tem adesão de 101 municípios do Rio Grande do Norte


O programa Mais Médicos para o Brasil encerrou, à meia-noite desta quinta-feira (25), seu primeiro mês de inscrições com a adesão de 101 dos 167 municípios do Rio Grande do Norte, que equivalem a 60% do total de prefeituras do estado. Juntas, estas cidades apresentaram demanda e capacidade para terem 286 médicos atuando na atenção básica. O segundo mês de adesão terá início no dia 15 de agosto.

Lista dos municípios que aderiram

No Brasil todo, 3.511 municípios se inscreveram no Programa, o correspondente a 63% do total de prefeituras no Brasil e a 92% das consideradas prioritárias. Ao todo, as cidades cadastradas solicitaram 15.460 médicos para atuar na sua atenção básica.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a forte mobilização de estados e municípios, em especial daqueles situados em áreas prioritárias. “Chamo a atenção para o fato de que nenhuma região teve índice de adesão menor do que 55%. Em especial, ressalto o bom resultado do Norte do país, em alguns estados mais de 90% dos municípios se inscreveram. Com esse mapeamento, teremos mais clareza do esforço que deveremos fazer para atender à população onde faltam médicos no Brasil”, declarou o ministro.

Padilha destacou ainda o aumento da demanda por médicos no país do início do ano para cá. “Não só faltam médicos na atenção básica como cresceu a demanda. Pela chamada do Provab, realizada no início do ano, tínhamos 9 mil vagas. Em 15 dias de inscrições no programa, os municípios mostram que há mais de 15 mil vagas. Ou seja, os dados da adesão mostram que faltam médicos no Brasil e que a carência desses profissionais aumentou desde o início do ano”. O Programa de Valorização da Atenção Básica (Provab), criado pelo Ministério da Saúde em 2011, estimula médicos a atuarem na atenção básica do país.

Entre os municípios inscritos, 92% já acessaram recursos federais para melhorar a infraestrutura das suas unidades básicas de saúde e 90% participam de ações do Ministério da Saúde para melhorar a qualidade do atendimento prestado.

A região Norte teve a maior participação de seus municípios (73%), seguida de Sul (68%), Nordeste (66%), Centro-Oeste (60%) e Sudeste (55%). Entre os estados, destacam-se o Amazonas (97%), Amapá (94%), Acre (86%), Rondônia (85%), Ceará (82%), Roraima (80%), Bahia (76%), Piauí (74%), Pará (73%), Paraná (72%) e Espírito Santo (71%).

Todos os profissionais serão avaliados e supervisionados por universidades federais. Nesta primeira etapa, 41 instituições, de todas as regiões do País, se inscreveram no Mais Médicos.

MÉDICOS - Desde o lançamento do edital, em nove de julho, 18.450 médicos se inscreveram no programa. Neste universo, os filtros estabelecidos pelo Ministério da Saúde para evitar inscrições de quem não tinha real interesse em atender a população de municípios do interior e da periferia das grandes cidades identificaram 8.307 pedidos de participação com números inválidos de registro em conselhos regionais de Medicina (CRMs).

Também foi apontada a inscrição de 1.270 médicos residentes, que terão de formalizar o desligamento de seus programas de especialização antes de homologar sua participação no Mais Médicos.

Todos os médicos brasileiros têm até a meia-noite de domingo para sanar eventuais inconsistências e concluir, por meio do portal www.saude.gov.br, a entrega de documentos. Eles também terão de indicar seis opções de cidades, entre as 3.511 participantes, onde desejam trabalhar.

Nesta lista, eles apontarão, em ordem de preferência, uma opção entre cada dos seguintes grupos: capital; município de região metropolitana; bloco de 100 municípios de maior vulnerabilidade social; cidades cujo índice de extrema pobreza supera 20% de sua população; e distritos sanitários indígenas. A sexta opção estrará entre as cidades que não estão nestes perfis.

Como definido desde o lançamento do Mais Médicos, os brasileiros terão prioridade no preenchimentos dos postos apontados. Os remanescentes serão oferecidos a primeiramente aos brasileiros graduados no exterior e em seguida aos estrangeiros. Entre os 18.450 profissionais inscritos, 1.920 se formaram no exterior, em 61 países distintos.

Em 1º de agosto, será divulgada a relação de médicos com CRM válido no Brasil e a indicação do município designado para cada profissional. Os profissionais terão de homologar a participação e assinar um termo de compromisso até três de agosto. Dois dias depois, as escolhas serão publicadas no Diário Oficial da União.

SOBRE O PROGRAMA- Lançado pela Presidenta da República, Dilma Rousseff, no dia 8 de julho, o Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), com objetivo de acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país, como os municípios do interior e as periferias das grandes cidades.

Os médicos do programa receberão bolsa federal de R$ 10 mil, paga pelo Ministério da Saúde, mais ajuda de custo, e farão especialização em Atenção Básica durante os três anos do programa.

O Governo Federal está investindo, até 2014, R$ 15 bilhões na expansão e na melhora da rede pública de saúde de todo o Brasil. Deste montante, R$ 7,4 bilhões já estão contratados para construção de 818 hospitais, 601 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) e de 16 mil unidades básicas. Outros R$ 5,5 bilhões serão usados na construção, reforma e ampliação de unidades básicas e UPAs, além de R$ 2 bilhões para 14 hospitais universitários.

Somente no Rio Grande do Norte, já foram investidos R$ 47,9 milhões para obras em 304 unidades de saúde e R$ 15,1 milhões para compra de equipamentos para 115 unidades. Também foram aplicados R$ 18,6 milhões para construção de 11 UPAs e R$ 11,8 milhões para reforma/construção de 26 hospitais.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Lições de Simão Cirineu


Ao saírem, encontraram um Cirineu  chamado Simão, a quem obrigaram a carregar-lhe a cruz (Mt 27.32)

Jesus estava sendo conduzido em direção ao local de sua crucificação e em meio a tantos judeus, precisamente um “Cirineu”, um estrangeiro, foi “o escolhido” por Deus para levar a cruz do Salvador até o Gólgota. Deus certamente queria nos mostrar que a cruz pertence a toda a humanidade. Há uma versão da Bíblia que diz: “um homem de Cirene, chamado Simão”. Isso nos revela que Deus não nos vê como uma multidão, mas, que Ele se interessa pelas pessoas individualmente; nos mostra que a salvação em Jesus Cristo deve ser considerada algo tão particular para nossa vida, como o nosso próprio nome.

O evangelho de Marcos ressalta: “Simão Cirineu, pai de Alexandre e de Rufo”. Aprendemos com isso que a cruz deve estar implantada no meio da família. Vivenciamos cada dia mais casamentos devastados, famílias desestruturadas, filhos solitários, falta de paz e de alegria, e tudo isso pelo fato de Jesus não reinar no meio deles.

O evangelista Lucas afirma: “um Cirineu  chamado Simão, que vinha do campo” (Lc 28.26). Simão significa famoso, vaidoso. São muitos os que hoje em dia vivem as suas vaidades, distantes do seu lugar de origem (distantes de Deus) voltados apenas para o seu “pequeno campo” (os seus interesses), alheios a tudo que se refere a Deus.

“Obrigaram Simão a carregar-lhe a cruz” (Mt 27.32). Um dia, subitamente, O Senhor coloca aquele homem diante da Pessoa Maravilhosa do Seu Filho e o obrigam a carregar a cruz. De certa forma a cruz é obrigatória, pois sem a salvação por meio de Cristo, permanecemos perdidos.

Em Marcos 15.21 lemos que obrigaram o Cirineu “que passava”. Todos nós, sem exceção, estamos de Passagem. Vivemos a nossa vida, seguimos o nosso caminho. Mas, um dia, inesperadamente, da mesma forma que Simão, Deus poderá nos colocar diante do Seu Filho, frente a frente com a realidade do sofrimento e sacrifício do Senhor Jesus, nos confrontando com a Cruz do Gólgota. E então, tudo dependerá se pararemos ou não para aceitá-lo pela fé.

Ministério da Saúde amplia acesso à vacina contra hepatite B


A partir de agora, pessoas com até 49 anos podem receber a vacina gratuitamente em qualquer posto da rede pública. A medida deve beneficiar cerca 150 milhões de brasileiros

O Ministério da Saúde ampliou a faixa etária de vacinação contra a hepatite B. A partir de agora, homens e mulheres com até 49 anos poderão receber a vacina gratuitamente em qualquer posto de saúde. A medida beneficia um público-alvo de 150 milhões de pessoas - 75,6% da população total do Brasil. No ano passado, a idade limite para vacinação gratuita era até 29 anos. A vacina é a medida de prevenção mais segura e eficaz contra a hepatite B e hepatite D.

O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, explica que a proteção é garantida quando a pessoa recebe três doses da vacina. A segunda dose deve ser aplicada 30 dias após a primeira e, a terceira, seis meses após a primeira. “Todas as crianças recém-nascidas são vacinadas, mas estamos expandindo a faixa etária a outros grupos visando à eliminação da doença no futuro. Ela é segura, feita com engenharia genética e não tem contraindicação”, ressaltou o secretário.

A vacina também é oferecida a grupos prioritários, independentemente da faixa etária, como gestantes, manicures, pedicures, podólogos, caminhoneiros, bombeiros, policiais civis, militares, rodoviários, doadores de sangue, profissionais do sexo e coletores de lixo domiciliar e hospitalar. Em 2012, mais de 15,7 milhões de pessoas foram protegidas contra a hepatite B.

SOBRE A DOENÇA - As hepatites são doenças que atacam o fígado, um dos órgãos mais importantes do corpo humano. Estimativas apontam que 2,3 milhões de brasileiros são portadores das hepatites, sendo (800 mil) do tipo B e (1,5 milhão) do tipo C. Toda a produção da vacina de hepatite B é feita pelo Instituto Butantan. O laboratório público abastece o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde desde 1996.

A hepatite B é uma doença sexualmente transmissível, mas também pode ser transmitida pelo contato com sangue e por materiais cortantes contaminados, como alicate de unha. Por isso, o Ministério da Saúde alerta que, além do uso da camisinha em todas as relações sexuais, não se deve compartilhar escova de dente, alicates de unha, lâminas de barbear ou depilar. É importante também sempre usar materiais esterilizados ou descartáveis em estúdios de tatuagem e piercing, serviços de saúde, acupuntura, procedimentos médicos, odontológicos e hemodiálise.

SINTOMAS - Nem sempre a hepatite B apresenta sintomas. Quando aparecem, podem provocar cansaço, tontura ou ânsia de vômito. A pessoa pode levar anos para perceber que está doente. O diagnóstico e o tratamento precoce podem evitar a evolução da doença para cirrose ou câncer de fígado, por exemplo. O teste, o tratamento e o acompanhamento das hepatites virais estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2012, foram distribuídos 759,2 mil testes rápidos para triagem de hepatite B. Outros 5,1 milhões de testes convencionais foram realizados no SUS.

VOCÊ DESEJA CONHECER A DEUS?

Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu ...